Na última década fomos capazes de perceber o aumento do número de crianças e adolescentes praticantes de musculação, e o motivo provável para essa situação talvez seja a conscientização dos pais, a busca pelo lazer e a influência estética que permeia a prática, pois nessa fase da vida os indivíduos sofrem grande influência da mídia e padrões sociais pré-estabelecidos, onde é preconizado o corpo forte ao invés do corpo saudável.
É comum ver adolescentes obcecados por corpos musculosos e bonitos, onde os mesmos não medem esforços e nem avaliam as conseqüências para alguns atos, como o uso de anabolizantes e suplementos alimentares não recomendados por médicos e nutricionistas e não regulamentados pela ANVISA.
Muitos dos benefícios do treinamento de força na fase infanto-juvenil ainda são desconhecidos pela população leiga (principalmente os pais), e muitos dogmas ainda são sustentados por profissionais desatualizados que afirmam que a musculação interrompe o crescimento, tem caráter lesivo, faz mal a saúde nessa faixa etária, entre outros.
Segundo o posicionamento da National Strength and Conditioning Association, da American Orthopedic Society for Sports Medicine, e da American Academy of Pediatrics, os principais benefícios do treinamento de força em pré-puberes e adolescentes são:
- Aumento da força muscular, potência e resistência muscular localizada (a capacidade de um músculo ou músculos de realizar múltiplas repetições contra uma dada resistência).
- Diminuição de lesões nos esportes e nas atividades recreativas.
- Melhora do desempenho nos esportes e nas atividades recreativas.
No entanto os benefícios não cessam por aí. Hoje sabemos que crianças e adolescentes que praticam exercícios têm uma chance significativamente maior de tornarem-se adultos também ativos. Além da melhora no desempenho e da diminuição de lesões em esportes coletivos, a musculação pode auxiliar o desenvolvimento ósseo saudável da criança, aumentar o gasto calórico diário, melhorar modestamente a capacidade cardiovascular, o desempenho nas atividades cognitivas e diminuir o risco de doenças.
Os ganhos com a prática da musculação são muitos, porém o treinamento de força não deve enfatizar o levantamento de cargas máximas e sim salientar a perfeita realização técnica do movimento e a progressão pedagógica específica. Portanto, essa população pode praticar musculação, mas sempre com orientação de um profissional habilitado para priorizar seus benefícios.
Referências
Fundamentos do treinamento de força muscular / Steven J. Fleck, William J. Kraemer; tradução Jerri Luiz Ribeiro. – 3. ed. – Porto Alegre: Artmed, 2006.
Bass, S.L. 2000. The prepubertal years a uniquely opportune stage of growth when the skeleton is most responsive to exercise? Sports Medicine 30: 73-70.
Ramsey, J.A., Blimkie, C.J.R, Smith, K., Garner, S., MacDougall, J.D., and Sale, D.G. 1990. Strength training effects in pubescent boys. Medicine and Science in Sports and Exercise 22: 605-614.
Kraemer, W.J., and Fleck, S.J. 1993. Strength training for young athletes. Champaign, IL: Human Kinetics.
terça-feira, 21 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
Entre bike ou esteira, escolha a que traz mais resultado

Depois de entrar na academia, a dúvida concentra-se na escolha entre tantas opções de exercícios. Nos dias em que não há tempo para as aulas e o jeito é suar nos aparelhos, a bike e a esteira surgem como as principais opções. Nas duas, você ganha condicionamento e perde as calorias que sobram. "Mas temos um trabalho mais focado na bicicleta, que exige bastante das pernas enquanto os braços permanecem em repouso", afirma o professor Ricardo Azuma, da academia Competition. As diferenças, no entanto, vão bem além disso e, para conhecê-las, acompanhe o raio-X que o professor da Competition faz dos aparelhos.
1. Intensidade do treino
Quem ganha: esteira
Na esteira, o trabalho é mais completo por usar braços e pernas nos movimentos. Mesmo que o ritmo de treino seja mais suave, a esteira sempre vai exigir mais dos alunos do que a bicicleta, que oferece mais estabilidade.
2. Queima de calorias
Quem ganha: empate
Tanto a esteira quanto a bicicleta desenvolvem todo o sistema cardiovascular, melhorando o condicionamento físico, ajudando a queima calórica, diminuindo o percentual de gordura e agilizando a perda de peso.
3. Impacto nas articulações
Quem ganha: bike
O joelho e o tornozelo sofrem menos com os impactos nos movimentos da bike. Na esteira, mesmo caminhando, você pode sentir dores e não agüentar um trino mais puxado. Quem está bastante acima do peso deve priorizar a bicicleta no início.
4. Facilidade
Quem ganha: esteira
A esteira substitui qualquer aula aeróbica, com a vantagem de ser uma atividade que não requer muita coordenação motora, já que o movimento exigido é comum ao dia-a-dia.
5. Dedicação
Quem ganha: empate
Para obter resultados, tanto na esteira quanto na bicicleta, o indicado é treinar três vezes por semana em dias alternados. Comece com programas de meia hora de duração, numa intensidade acima de 65% da sua freqüência cardíaca (para saber qual é a sua, faça a subtração: 220- sua idade (em anos).
6. Desafios
Quem ganha: esteira
A variedade da esteira é mais estimulante do que bicicleta. Você pode simular corridas e caminhadas, variando a velocidade e a inclinação do aparelho. As variações também podem ser feitas na bicicleta , mas, como a velocidade depende das suas pedaladas, o aumento de ritmo costuma ser mais eficiente com alunos de melhor preparo físico. "Eles aumentam a carga, tendo com meta percorrer a mesma quilometragem anterior no mesmo tempo", afirma o professor da Competition. "Mas é importante prestar atenção no seu corpo, sempre respeitando a percepção de esforço".
quarta-feira, 25 de março de 2009
Ganhe um novo corpo na capoeira

Aposte nesse jogo para definir os músculos e deixar seu corpo ágil e flexível
Por: Tarso Araújo e Wilson Weigl
Foto: Rogério Albuquerque
Publicado 01/02/2008
Você quer colocar movimento na sua rotina de exercícios e deixar seu corpo ao mesmo tempo forte e flexível, resistente e relaxado? Então a capoeira é sua opção de treino. A arte marcial tipicamente brasileira nasceu como uma técnica de luta dos negros escravos. Ao longo do tempo, foi se difundindo entre as raças e classes sociais até se tornar um esporte praticado hoje em pelo menos 132 países, segundo a Federação Internacional de Capoeira (Fica). Jogar capoeira é uma alternativa para quem não gosta de treinos com pesos e da rotina de academia e quer construir um corpo sarado. É uma atividade excelente para ganhar força muscular localizada. Os golpes movimentam grupos musculares que raramente exercitamos, afirma o presidente da Fica, Sergio Luiz Vieira, mestre de capoeira e antropólogo especializado no esporte. A prática nasceu nas rodas de escravos que se reuniam nas clareiras em volta das fazendas. Tanto que o nome foi emprestado do termo que designa o terreno roçado para o plantio capoeira, em língua tupi. Um dos diferenciais dessa arte marcial, a música (cantos e palmas embalados por berimbau, atabaque e pandeiro) ajudava a disfarçar o caráter agressivo, fazendo a luta parecer uma dança aos olhos dos fazendeiros brancos. Quando escravos fugitivos começaram a usá - la em assaltos e arruaças, ela criou vínculo com a bandidagem e foi proibida no século 19. Só voltou a ser legalizada na década de 1940. Hoje são 5 milhões de praticantes no Brasil e mais 3 milhões no mundo. A calça branca usada ainda hoje o abadá , único acessório necessário para a prática, é reminiscência das roupas dos escravos, feitas de sacos de farinha.
O QUE VOCÊ GANHA NA RODA
Veja os benefícios que você conquista com a prática. A freqüência ideal é de três dias por semana com duas horas por sessão. Treinando nesse ritmo, você já sente resultados em três meses.
FORÇA E RESISTÊNCIA
A riqueza de movimentos da capoeira mobiliza praticamente todos os grupos musculares, grandes e pequenos. Eles são importantes para sustentar e impulsionar o peso do corpo. Você desenvolve força, explosão e resistência muscular de maneira harmoniosa, sem hipertrofia, além de uma excelente capacidade cardiorrespiratória.
FLEXIBILIDADE
Como os movimentos da capoeira têm muita amplitude, ela desenvolve a elasticidade dos músculos e a flexibilidade das articulações. Com o corpo mais solto, você ganha qualidade de movimento e se protege de lesões.
COORDENAÇÃO E EQUILÍBRIO
Todos os golpes da capoeira são encaixados em uma seqüência ininterrupta de movimentos, com a ginga no compasso do berimbau. Jogando, você exercita a coordenação motora, o equilíbrio e o ritmo, tudo ao mesmo tempo.
AGILIDADE E REFLEXO
A capoeira também é uma espécie de diálogo em que os participantes alternam golpes de ataque e movimentos de esquiva de olho na ação do outro. Essa interação e o pouco tempo para agir sem perder o ritmo exige agilidade e reflexo rápido.
SOCIABILIDADE
Na roda, as diferenças se nivelam. A cada vez, duas pessoas entram no centro do círculo e exibem seu jogo para os demais participantes, que cantam e batem palmas para dar o ritmo. Essa dinâmica leva à desinibição e à abertura entre os capoeiristas. No jogo, alternam-se momentos de provocação, malícia, respeito, seriedade e brincadeira.
segunda-feira, 23 de março de 2009
Café da manhã é o segredo da saúde e boa forma A primeira refeição deve ser a mais importante do seu dia...
Por Daniela Hueb - Nutrologia
Quem não gosta de acordar, se espreguiçar e tomar aquele delicioso café da manhã? Bem, pelo menos as pessoas em sã consciência gostam, não concorda? O café da manhã é considerado a refeição mais importante do dia, tanto que gosto de comparar esta situação com uma analogia: quando você sai para viajar com seu veículo, prefere sair de tanque cheio ou prefere parar a cada alguns quilômetros percorridos para abastecer? Pois é, conosco acontece da mesma forma: você prefere fazer uma generosa refeição ao acordar ou comer a cada alguns minutos pela manhã?
Entre a última refeição do dia e a primeira (desjejum) há um longo período de jejum. Isso significa que o organismo, depois de esgotada a principal fonte de energia, a glicose, passa a utilizar o glicogênio
estocado no fígado. Durante o sono, o organismo em geral continua trabalhando num ritmo desacelerado, mas ele mantém as funções básicas como a respiração, os batimentos cardíacos e a circulação, e todas essas funções precisam de energia para ser realizadas.
Deixar de fazer esta primeira refeição pode
levar a níveis mais elevados de fome durante o dia. Com isso, você acaba escolhendo alimentos pesados e que saciem o apetite rapidamente. Geralmente, estes alimentos acabam sendo aqueles nada nutritivos, como bolachas, biscoitos, salgados, chocolates e doces em geral.
Muitos negligenciam sua prática alegando que acordam com pressa e mal tem tempo de tomar uma xícara de café e comer umas bolachinhas. Definitivamente, se pularmos esta refeição, engordaremos com mais facilidade, seremos acometidos mais facilmente por problemas cardiovasculares e até diabetes. Além disso, o raciocínio fica mais lento, o desempenho no trabalho e nos estudos, bem como nas relações sexuais, fica comprometido. Por isso, com o maior carinho e zelo pela sua saúde, dedico a coluna de hoje ao café da manhã.
Comer ao acordar faz toda a diferença.
Atualmente, os pesquisadores estão provando cada vez mais a importância do desjejum para a saúde do corpo e da mente. E não é de hoje que se ouve falar dos seus benefícios. Afinal, quem nunca recebeu um sermão dos pais e foi obrigado a tomar pelo menos uma xícara de leite antes de sair de casa? Ou testemunhou alguém dizer que a primeira refeição do dia é a mais importante? Tem até um ditado que diz: Devemos desjejuar como um rei, almoçar como um príncipe e jantar como um plebeu . Em outras palavras, devemos desjejuar comendo mais, almoçar comendo moderadamente e jantar comendo menos. Ainda assim, muitos continuam sem entender por que comer ao acordar pode fazer tanta diferença. Há pelo menos cinco boas razões para não subestimar o café da manhã.
1) Fonte energética: aquela preguiça ao acordar não é somente culpa de uma noite agitada. Enquanto você dorme, o corpo precisa manter a respiração e outras funções vitais. Em oito horas de sono, esse trabalho consome energia na forma de glicose, provocando a diminuição de seus níveis, a indispensável fonte energética para o cérebro. Se não nos alimentamos suficientemente ao despertar, o organismo busca outras fontes de energia e o rendimento cai, resultando numa sensação de cansaço e dificuldade de concentração por todo o dia.
2) Emagrecimento: começar a fazer dieta e cortar o café da manhã é um dos maiores erros cometidos. Esta atitude colabora para o ganho de peso, não ao inverso. A pessoa que fica muito tempo em jejum acaba exagerando na hora do almoço e favorece o organismo a uma sobrecarga metabólica. Se isso virar um hábito, os quilos extras serão inevitáveis, pois quando as células captam as calorias absorvidas sem utilizá-las, a conseqüência será o seu acúmulo em forma de gordura.
3) Humor: os carboidratos e o aminoácido triptofano colaboram na elevação da taxa de serotonina no cérebro, provocando uma deliciosa sensação de prazer e bem-estar. Quem acorda com o cheiro do café e saboreia-o sem pressa, então, tende a ficar mais animado. Conseguir parar alguns minutos nessa correria diária é uma oportunidade para refletir sobre a vida.
4) Imunidade fortalecida: uma xícara de café, um pão com manteiga e uma fruta reúnem proteínas, carboidratos, gorduras e fibras, mantendo o corpo forte e longe de doenças. Como um bom desjejum representa 20% a 25% de tudo o que ingerimos no dia, não pular esta refeição é uma forma de garantir boa parte dessas substâncias ao organismo.
5) Longevidade: é pela manhã que estamos mais ativos, dispostos e no auge das forças. Por este motivo precisamos de uma refeição energética e nutritiva. Tomar um bom café da manhã não depende só de hábito, mas de instinto, assim como ocorre com os animais, que têm seus horários para buscar alimentos.
Estes foram alguns motivos sobre a importância de se tomar um bom café da manhã. Mas afinal, o que seria um bom café da manhã? Aí vai de acordo com as diversas culturas: algumas regiões costumam comer pão com manteiga, café com leite e algumas frutas. Outras preferem ovos com bacon e salsicha, além de café com leite. Já outras preferem um bom café regado a uma variedade de frutas e pães integrais. Eu acho a última opção mais interessante.
Preferências à parte, se quiser zelar por sua saúde, nunca deixe de deliciar-se com um bom café da manhã. Não deixe de praticá-lo alegando falta de tempo, porque se você não achar tempo agora para cuidar da sua saúde, depois necessitará achar tempo para cuidar da sua doença.
Dra. Daniela Hueb é medica graduada com especialização em Clínica Médica, em Dermatologia e Nutrologia especialidade voltada ao diagnóstico, prevenção e tratamento de enfermidades nutricionais e orientação sobre alimentação para melhora energética, correção do peso e aumento da longevidade.
Quem não gosta de acordar, se espreguiçar e tomar aquele delicioso café da manhã? Bem, pelo menos as pessoas em sã consciência gostam, não concorda? O café da manhã é considerado a refeição mais importante do dia, tanto que gosto de comparar esta situação com uma analogia: quando você sai para viajar com seu veículo, prefere sair de tanque cheio ou prefere parar a cada alguns quilômetros percorridos para abastecer? Pois é, conosco acontece da mesma forma: você prefere fazer uma generosa refeição ao acordar ou comer a cada alguns minutos pela manhã?
Entre a última refeição do dia e a primeira (desjejum) há um longo período de jejum. Isso significa que o organismo, depois de esgotada a principal fonte de energia, a glicose, passa a utilizar o glicogênio
estocado no fígado. Durante o sono, o organismo em geral continua trabalhando num ritmo desacelerado, mas ele mantém as funções básicas como a respiração, os batimentos cardíacos e a circulação, e todas essas funções precisam de energia para ser realizadas.
Deixar de fazer esta primeira refeição pode
levar a níveis mais elevados de fome durante o dia. Com isso, você acaba escolhendo alimentos pesados e que saciem o apetite rapidamente. Geralmente, estes alimentos acabam sendo aqueles nada nutritivos, como bolachas, biscoitos, salgados, chocolates e doces em geral.
Muitos negligenciam sua prática alegando que acordam com pressa e mal tem tempo de tomar uma xícara de café e comer umas bolachinhas. Definitivamente, se pularmos esta refeição, engordaremos com mais facilidade, seremos acometidos mais facilmente por problemas cardiovasculares e até diabetes. Além disso, o raciocínio fica mais lento, o desempenho no trabalho e nos estudos, bem como nas relações sexuais, fica comprometido. Por isso, com o maior carinho e zelo pela sua saúde, dedico a coluna de hoje ao café da manhã.
Comer ao acordar faz toda a diferença.
Atualmente, os pesquisadores estão provando cada vez mais a importância do desjejum para a saúde do corpo e da mente. E não é de hoje que se ouve falar dos seus benefícios. Afinal, quem nunca recebeu um sermão dos pais e foi obrigado a tomar pelo menos uma xícara de leite antes de sair de casa? Ou testemunhou alguém dizer que a primeira refeição do dia é a mais importante? Tem até um ditado que diz: Devemos desjejuar como um rei, almoçar como um príncipe e jantar como um plebeu . Em outras palavras, devemos desjejuar comendo mais, almoçar comendo moderadamente e jantar comendo menos. Ainda assim, muitos continuam sem entender por que comer ao acordar pode fazer tanta diferença. Há pelo menos cinco boas razões para não subestimar o café da manhã.
1) Fonte energética: aquela preguiça ao acordar não é somente culpa de uma noite agitada. Enquanto você dorme, o corpo precisa manter a respiração e outras funções vitais. Em oito horas de sono, esse trabalho consome energia na forma de glicose, provocando a diminuição de seus níveis, a indispensável fonte energética para o cérebro. Se não nos alimentamos suficientemente ao despertar, o organismo busca outras fontes de energia e o rendimento cai, resultando numa sensação de cansaço e dificuldade de concentração por todo o dia.
2) Emagrecimento: começar a fazer dieta e cortar o café da manhã é um dos maiores erros cometidos. Esta atitude colabora para o ganho de peso, não ao inverso. A pessoa que fica muito tempo em jejum acaba exagerando na hora do almoço e favorece o organismo a uma sobrecarga metabólica. Se isso virar um hábito, os quilos extras serão inevitáveis, pois quando as células captam as calorias absorvidas sem utilizá-las, a conseqüência será o seu acúmulo em forma de gordura.
3) Humor: os carboidratos e o aminoácido triptofano colaboram na elevação da taxa de serotonina no cérebro, provocando uma deliciosa sensação de prazer e bem-estar. Quem acorda com o cheiro do café e saboreia-o sem pressa, então, tende a ficar mais animado. Conseguir parar alguns minutos nessa correria diária é uma oportunidade para refletir sobre a vida.
4) Imunidade fortalecida: uma xícara de café, um pão com manteiga e uma fruta reúnem proteínas, carboidratos, gorduras e fibras, mantendo o corpo forte e longe de doenças. Como um bom desjejum representa 20% a 25% de tudo o que ingerimos no dia, não pular esta refeição é uma forma de garantir boa parte dessas substâncias ao organismo.
5) Longevidade: é pela manhã que estamos mais ativos, dispostos e no auge das forças. Por este motivo precisamos de uma refeição energética e nutritiva. Tomar um bom café da manhã não depende só de hábito, mas de instinto, assim como ocorre com os animais, que têm seus horários para buscar alimentos.
Estes foram alguns motivos sobre a importância de se tomar um bom café da manhã. Mas afinal, o que seria um bom café da manhã? Aí vai de acordo com as diversas culturas: algumas regiões costumam comer pão com manteiga, café com leite e algumas frutas. Outras preferem ovos com bacon e salsicha, além de café com leite. Já outras preferem um bom café regado a uma variedade de frutas e pães integrais. Eu acho a última opção mais interessante.
Preferências à parte, se quiser zelar por sua saúde, nunca deixe de deliciar-se com um bom café da manhã. Não deixe de praticá-lo alegando falta de tempo, porque se você não achar tempo agora para cuidar da sua saúde, depois necessitará achar tempo para cuidar da sua doença.
Dra. Daniela Hueb é medica graduada com especialização em Clínica Médica, em Dermatologia e Nutrologia especialidade voltada ao diagnóstico, prevenção e tratamento de enfermidades nutricionais e orientação sobre alimentação para melhora energética, correção do peso e aumento da longevidade.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Uma taça de vinho diária pode causar câncer.
Uma taça de vinho por dia não faz mal? Faz sim! Relatório divulgado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) francês, baseado nas conclusões de três renomadas instituições científicas - National Alimentation Cancer Research, Fundo Mundial de Pesquisa contra o Câncer e Instituto Americano para a Pesquisa sobre o Câncer – aponta que, em qualquer quantidade, bebidas alcoólicas podem causar câncer.
"O consumo de bebidas alcoólicas está associado ao aumento do risco de diversos cânceres como de boca, de faringe, de laringe, de esôfago, colo-retal, do sangue e do fígado" afirma o relatório, que alerta que o percentual de aumento do risco está estimado tendo como base cada copo de álcool consumido por dia. O risco varia entre 9% a 168%.
"Em particular, o aumento do risco de cânceres de boca, de faringe e de laringe é estimado em 168% por copo de álcool consumido por dia" relata o documento.
O Brasil ocupa o 51º lugar no ranking mundial de consumo de vinho, com apenas 2 litros per capita/ano. A França lidera a lista com 55,4 litros per capita/ano. Porém, é bom lembrar que a pesquisa afirma que a ingestão de qualquer bebida alcoólica aumenta consideravelmente as chances de desenvolvimento de um câncer. No ranking dos países que mais consomem cerveja, por exemplo, o Brasil está entre os dez primeiros colocados.
Texto: Cassiano Sampaio
Fonte: Redação Saúde em Movimento
"O consumo de bebidas alcoólicas está associado ao aumento do risco de diversos cânceres como de boca, de faringe, de laringe, de esôfago, colo-retal, do sangue e do fígado" afirma o relatório, que alerta que o percentual de aumento do risco está estimado tendo como base cada copo de álcool consumido por dia. O risco varia entre 9% a 168%.
"Em particular, o aumento do risco de cânceres de boca, de faringe e de laringe é estimado em 168% por copo de álcool consumido por dia" relata o documento.
O Brasil ocupa o 51º lugar no ranking mundial de consumo de vinho, com apenas 2 litros per capita/ano. A França lidera a lista com 55,4 litros per capita/ano. Porém, é bom lembrar que a pesquisa afirma que a ingestão de qualquer bebida alcoólica aumenta consideravelmente as chances de desenvolvimento de um câncer. No ranking dos países que mais consomem cerveja, por exemplo, o Brasil está entre os dez primeiros colocados.
Texto: Cassiano Sampaio
Fonte: Redação Saúde em Movimento
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Tomar café antes ou depois do treino põe seu desempenho em risco .
A freqüência cardíaca aumenta, favorecendo a pressão alta e doenças do coração.
O café é um elemento presente na nossa cultura e no cotidiano do brasileiro. Quem gosta, toma por prazer. Outros, por simples costume. E há quem veja, nas propriedades da bebida, aliados perfeitos na reposição energética diária. Mas como fica a conciliação de café e atividade física? Quais são as substâncias presentes nele que podem melhorar o desempenho dos atletas? Por outro lado, quais são os efeitos negativos que o consumo dessa bebida pode causar no rendimento físico a longo prazo?
Estudos já comprovaram que o café conta com substâncias e propriedades que estimulam o sistema nervoso, ajudando a manter o poder de concentração e deixando o indivíduo mais alerta, com muito mais energia. A bebida também tem poder antioxidante, que colabora com a redução dos índices de risco de doenças como o diabetes. A atuação da cafeína no organismo também estaria associada à diminuição das dores musculares pós-atividade física e ao metabolismo, auxiliando na queima de gordura.
Mas também há contra-indicações no que diz respeito ao consumo do café. Afinal, bebê-la demais pode causar superexcitação, insônia, desconforto intestinal e a piora em quadros de gastrite.
Café e atividade física
Um estudo realizado na suíça, em 2006, deixou a comunidade fitness em alerta: pesquisas levantaram a hipótese de que a cafeína poderia baixar o rendimento na performance física, a longo prazo. De acordo com dados apresentados pelo cardiologista Philipp Kaufmann, do Hospital Universitário de Zurique, descobriu-se que a cafeína pode não ser tão inofensiva quanto se imaginava e, portanto, a ingestão do café não seria indicada antes da prática esportiva.
Ricardo Cury, médico ortopedista e professor do Grupo de Cirurgia do Joelho e Trauma Esportivo da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, acredita que misturar café e atividade física é um risco. Os estimulantes, de forma geral, têm propriedades que permitem maior poder de concentração e vigília, mas colaboram com o aumento da freqüência cardíaca , disse Cury. Segundo ele, os riscos, a longo prazo, são de aumento da pressão arterial e até mesmo problemas no coração, caso haja algum tipo de suscetibilidade para doenças vasculares.
De acordo com a Biblioteca de Educação Física: Tratado de Educação Física , de Per-Olof Astrand e Kaare Rodahl, a cafeína é uma substância que não apresenta valor nutricional, mas funciona como um estimulante do sistema nervoso central. É considerada um ergogênico nutricional, favorecendo o rendimento de atletas e alterando o metabolismo de qualquer pessoa que, simplesmente, consuma o café.
Para a nutricionista e diretora da clínica Equilíbrio Nutricional, Roseli Rossi, o consumo do café traz vantagens e desvantagens. A cafeína tem sido considerada uma substância de auxílio ergogênico, que potencializa a performance durante a atividade física, pois atua como estimulante do sistema nervoso, aumentando a tensão dos músculos, além de ajudar na mobilização de substratos de energia para o trabalho muscular , afirmou Roseli.
Para os indivíduos que apresentam sensibilidade em relação à cafeína, segundo Roseli, a ingestão do café não é recomendada, pois pode causar males ao sistema nervoso. Quanto às desvantagens nutricionais, o café possui fitato e tanino, substâncias chamadas de antinutricionais , por atrapalharem a absorção e a utilização de alguns nutrientes essenciais para o organismo.
O ideal é que o consumo seja feito duas horas antes ou após as refeições principais, evitando-o em intervalos maiores. Não se deve ultrapassar três xícaras ao dia , recomenda a nutricionista.
Embora muitas pesquisas já tenham sido realizadas sobre o assunto, não há dados definitivos que comprovem a eficácia do café na performance física, e nem que alertem para riscos de saúde. O ideal é manter a moderação, praticar exercícios físicos regulamente e viver em paz com o prazer de tomar um bom café. Mas beba com moderação, claro.
O café é um elemento presente na nossa cultura e no cotidiano do brasileiro. Quem gosta, toma por prazer. Outros, por simples costume. E há quem veja, nas propriedades da bebida, aliados perfeitos na reposição energética diária. Mas como fica a conciliação de café e atividade física? Quais são as substâncias presentes nele que podem melhorar o desempenho dos atletas? Por outro lado, quais são os efeitos negativos que o consumo dessa bebida pode causar no rendimento físico a longo prazo?
Estudos já comprovaram que o café conta com substâncias e propriedades que estimulam o sistema nervoso, ajudando a manter o poder de concentração e deixando o indivíduo mais alerta, com muito mais energia. A bebida também tem poder antioxidante, que colabora com a redução dos índices de risco de doenças como o diabetes. A atuação da cafeína no organismo também estaria associada à diminuição das dores musculares pós-atividade física e ao metabolismo, auxiliando na queima de gordura.
Mas também há contra-indicações no que diz respeito ao consumo do café. Afinal, bebê-la demais pode causar superexcitação, insônia, desconforto intestinal e a piora em quadros de gastrite.
Café e atividade física
Um estudo realizado na suíça, em 2006, deixou a comunidade fitness em alerta: pesquisas levantaram a hipótese de que a cafeína poderia baixar o rendimento na performance física, a longo prazo. De acordo com dados apresentados pelo cardiologista Philipp Kaufmann, do Hospital Universitário de Zurique, descobriu-se que a cafeína pode não ser tão inofensiva quanto se imaginava e, portanto, a ingestão do café não seria indicada antes da prática esportiva.
Ricardo Cury, médico ortopedista e professor do Grupo de Cirurgia do Joelho e Trauma Esportivo da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, acredita que misturar café e atividade física é um risco. Os estimulantes, de forma geral, têm propriedades que permitem maior poder de concentração e vigília, mas colaboram com o aumento da freqüência cardíaca , disse Cury. Segundo ele, os riscos, a longo prazo, são de aumento da pressão arterial e até mesmo problemas no coração, caso haja algum tipo de suscetibilidade para doenças vasculares.
De acordo com a Biblioteca de Educação Física: Tratado de Educação Física , de Per-Olof Astrand e Kaare Rodahl, a cafeína é uma substância que não apresenta valor nutricional, mas funciona como um estimulante do sistema nervoso central. É considerada um ergogênico nutricional, favorecendo o rendimento de atletas e alterando o metabolismo de qualquer pessoa que, simplesmente, consuma o café.
Para a nutricionista e diretora da clínica Equilíbrio Nutricional, Roseli Rossi, o consumo do café traz vantagens e desvantagens. A cafeína tem sido considerada uma substância de auxílio ergogênico, que potencializa a performance durante a atividade física, pois atua como estimulante do sistema nervoso, aumentando a tensão dos músculos, além de ajudar na mobilização de substratos de energia para o trabalho muscular , afirmou Roseli.
Para os indivíduos que apresentam sensibilidade em relação à cafeína, segundo Roseli, a ingestão do café não é recomendada, pois pode causar males ao sistema nervoso. Quanto às desvantagens nutricionais, o café possui fitato e tanino, substâncias chamadas de antinutricionais , por atrapalharem a absorção e a utilização de alguns nutrientes essenciais para o organismo.
O ideal é que o consumo seja feito duas horas antes ou após as refeições principais, evitando-o em intervalos maiores. Não se deve ultrapassar três xícaras ao dia , recomenda a nutricionista.
Embora muitas pesquisas já tenham sido realizadas sobre o assunto, não há dados definitivos que comprovem a eficácia do café na performance física, e nem que alertem para riscos de saúde. O ideal é manter a moderação, praticar exercícios físicos regulamente e viver em paz com o prazer de tomar um bom café. Mas beba com moderação, claro.
Tomar café antes ou depois do treino põe seu desempenho em risco .
A freqüência cardíaca aumenta, favorecendo a pressão alta e doenças do coração.
O café é um elemento presente na nossa cultura e no cotidiano do brasileiro. Quem gosta, toma por prazer. Outros, por simples costume. E há quem veja, nas propriedades da bebida, aliados perfeitos na reposição energética diária. Mas como fica a conciliação de café e atividade física? Quais são as substâncias presentes nele que podem melhorar o desempenho dos atletas? Por outro lado, quais são os efeitos negativos que o consumo dessa bebida pode causar no rendimento físico a longo prazo?
Estudos já comprovaram que o café conta com substâncias e propriedades que estimulam o sistema nervoso, ajudando a manter o poder de concentração e deixando o indivíduo mais alerta, com muito mais energia. A bebida também tem poder antioxidante, que colabora com a redução dos índices de risco de doenças como o diabetes. A atuação da cafeína no organismo também estaria associada à diminuição das dores musculares pós-atividade física e ao metabolismo, auxiliando na queima de gordura.
Mas também há contra-indicações no que diz respeito ao consumo do café. Afinal, bebê-la demais pode causar superexcitação, insônia, desconforto intestinal e a piora em quadros de gastrite.
Café e atividade física
Um estudo realizado na suíça, em 2006, deixou a comunidade fitness em alerta: pesquisas levantaram a hipótese de que a cafeína poderia baixar o rendimento na performance física, a longo prazo. De acordo com dados apresentados pelo cardiologista Philipp Kaufmann, do Hospital Universitário de Zurique, descobriu-se que a cafeína pode não ser tão inofensiva quanto se imaginava e, portanto, a ingestão do café não seria indicada antes da prática esportiva.
Ricardo Cury, médico ortopedista e professor do Grupo de Cirurgia do Joelho e Trauma Esportivo da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, acredita que misturar café e atividade física é um risco. Os estimulantes, de forma geral, têm propriedades que permitem maior poder de concentração e vigília, mas colaboram com o aumento da freqüência cardíaca , disse Cury. Segundo ele, os riscos, a longo prazo, são de aumento da pressão arterial e até mesmo problemas no coração, caso haja algum tipo de suscetibilidade para doenças vasculares.
De acordo com a Biblioteca de Educação Física: Tratado de Educação Física , de Per-Olof Astrand e Kaare Rodahl, a cafeína é uma substância que não apresenta valor nutricional, mas funciona como um estimulante do sistema nervoso central. É considerada um ergogênico nutricional, favorecendo o rendimento de atletas e alterando o metabolismo de qualquer pessoa que, simplesmente, consuma o café.
Para a nutricionista e diretora da clínica Equilíbrio Nutricional, Roseli Rossi, o consumo do café traz vantagens e desvantagens. A cafeína tem sido considerada uma substância de auxílio ergogênico, que potencializa a performance durante a atividade física, pois atua como estimulante do sistema nervoso, aumentando a tensão dos músculos, além de ajudar na mobilização de substratos de energia para o trabalho muscular , afirmou Roseli.
Para os indivíduos que apresentam sensibilidade em relação à cafeína, segundo Roseli, a ingestão do café não é recomendada, pois pode causar males ao sistema nervoso. Quanto às desvantagens nutricionais, o café possui fitato e tanino, substâncias chamadas de antinutricionais , por atrapalharem a absorção e a utilização de alguns nutrientes essenciais para o organismo.
O ideal é que o consumo seja feito duas horas antes ou após as refeições principais, evitando-o em intervalos maiores. Não se deve ultrapassar três xícaras ao dia , recomenda a nutricionista.
Embora muitas pesquisas já tenham sido realizadas sobre o assunto, não há dados definitivos que comprovem a eficácia do café na performance física, e nem que alertem para riscos de saúde. O ideal é manter a moderação, praticar exercícios físicos regulamente e viver em paz com o prazer de tomar um bom café. Mas beba com moderação, claro.
O café é um elemento presente na nossa cultura e no cotidiano do brasileiro. Quem gosta, toma por prazer. Outros, por simples costume. E há quem veja, nas propriedades da bebida, aliados perfeitos na reposição energética diária. Mas como fica a conciliação de café e atividade física? Quais são as substâncias presentes nele que podem melhorar o desempenho dos atletas? Por outro lado, quais são os efeitos negativos que o consumo dessa bebida pode causar no rendimento físico a longo prazo?
Estudos já comprovaram que o café conta com substâncias e propriedades que estimulam o sistema nervoso, ajudando a manter o poder de concentração e deixando o indivíduo mais alerta, com muito mais energia. A bebida também tem poder antioxidante, que colabora com a redução dos índices de risco de doenças como o diabetes. A atuação da cafeína no organismo também estaria associada à diminuição das dores musculares pós-atividade física e ao metabolismo, auxiliando na queima de gordura.
Mas também há contra-indicações no que diz respeito ao consumo do café. Afinal, bebê-la demais pode causar superexcitação, insônia, desconforto intestinal e a piora em quadros de gastrite.
Café e atividade física
Um estudo realizado na suíça, em 2006, deixou a comunidade fitness em alerta: pesquisas levantaram a hipótese de que a cafeína poderia baixar o rendimento na performance física, a longo prazo. De acordo com dados apresentados pelo cardiologista Philipp Kaufmann, do Hospital Universitário de Zurique, descobriu-se que a cafeína pode não ser tão inofensiva quanto se imaginava e, portanto, a ingestão do café não seria indicada antes da prática esportiva.
Ricardo Cury, médico ortopedista e professor do Grupo de Cirurgia do Joelho e Trauma Esportivo da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, acredita que misturar café e atividade física é um risco. Os estimulantes, de forma geral, têm propriedades que permitem maior poder de concentração e vigília, mas colaboram com o aumento da freqüência cardíaca , disse Cury. Segundo ele, os riscos, a longo prazo, são de aumento da pressão arterial e até mesmo problemas no coração, caso haja algum tipo de suscetibilidade para doenças vasculares.
De acordo com a Biblioteca de Educação Física: Tratado de Educação Física , de Per-Olof Astrand e Kaare Rodahl, a cafeína é uma substância que não apresenta valor nutricional, mas funciona como um estimulante do sistema nervoso central. É considerada um ergogênico nutricional, favorecendo o rendimento de atletas e alterando o metabolismo de qualquer pessoa que, simplesmente, consuma o café.
Para a nutricionista e diretora da clínica Equilíbrio Nutricional, Roseli Rossi, o consumo do café traz vantagens e desvantagens. A cafeína tem sido considerada uma substância de auxílio ergogênico, que potencializa a performance durante a atividade física, pois atua como estimulante do sistema nervoso, aumentando a tensão dos músculos, além de ajudar na mobilização de substratos de energia para o trabalho muscular , afirmou Roseli.
Para os indivíduos que apresentam sensibilidade em relação à cafeína, segundo Roseli, a ingestão do café não é recomendada, pois pode causar males ao sistema nervoso. Quanto às desvantagens nutricionais, o café possui fitato e tanino, substâncias chamadas de antinutricionais , por atrapalharem a absorção e a utilização de alguns nutrientes essenciais para o organismo.
O ideal é que o consumo seja feito duas horas antes ou após as refeições principais, evitando-o em intervalos maiores. Não se deve ultrapassar três xícaras ao dia , recomenda a nutricionista.
Embora muitas pesquisas já tenham sido realizadas sobre o assunto, não há dados definitivos que comprovem a eficácia do café na performance física, e nem que alertem para riscos de saúde. O ideal é manter a moderação, praticar exercícios físicos regulamente e viver em paz com o prazer de tomar um bom café. Mas beba com moderação, claro.
Assinar:
Postagens (Atom)
